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domingo, 11 de março de 2018

Serviço do AppServer Protheus como servidor de Log.


Um ponto muito interessante que muita gente acaba não dando tanta atenção é sobre os logs que o serviço do Protheus gera, como na grande maioria das vezes o serviço fica diretamente no serviço do sistema operacional acabamos não nos atentando das valiosas informações que ele gera.

Muitos problemas podem ser resolvidos verificando o LOG gerado no appserver.

NO TDN da TOTVS há alguma documentação sobre o assunto, porém ainda é muito pouco explorado, aqui vou abordar uma das partes da configuração do appservercomo servidor de LOG´s, ponto interessante para quem trabalha com balanceamento concentrando assim os logs em um único local.

Configuração. 


A sessão [LogServer] indica que o AppServer irá se comportar como Servidor de Logs (LogServer).
Obs. Para que o AppServer execute como LogServer ele deve ser informado com o argumento de execução (-logserver).
Ex:      appserver -logserver
 Disponível em Build igual ou superior a 7.00.131227A NG
 Parâmetros da Sessão 

Nome
Tipo
Descrição
Padrão
port
Numérico
Porta TCP que o servidor irá receber os Logs no padrão SysLog
514
type
Caractere
Tipo de Log e de gravação de Log
5424 
file
Caractere
Nome base do arquivo que irá conter os Logs
log_server.txt
file_size
Numérico
Tamanho do arquivo em bytes
Obs. Este é o tamanho de referência para os arquivos, porém os arquivos podem conter em alguns Kb em SQLite.
1 Mb
max_files
Numérico
Número máximo de arquivos de backup
10
backup_dir
Caractere
Diretório onde serão armazenados os arquivos de backup
backup_logs
map_file
Numérico
Indica que deve gravar em arquivo ("file".log). Valores: 0 - desabilitado 1 - habilitado
1
sqlite
Numérico
Indica que deve gravar em SQLite ("file".db). Valores: 0 - desabilitado 1 - habilitado
1
backup_sqlite_cfg_file
Caractere
Lista de arquivos de backup gerados do SQLite
"file".cfg
backup_sqlite_folder
Caractere
Diretório onde serão armazenados os arquivos de backup do SQLite
"backup_dir"
echo
Numérico 
Indica de deve fazer o echo de todas as mensagens recebidas
0
echo_error
Numérico
 Indica de deve fazer o echo de todas as mensagens recebidas com erro
0
proxy_server
Caractere
Nome do Servidor de Proxy que irá receber os logs redirecionados a partir deste servidor
 
proxy_port
Numérico
Porta TCP do servidor de Proxy 
 
proxy_buffer
Numérico
Tamanho do Buffer interno (em bytes) para armazenamento de Logs, caso o servidor de proxy não esteja recebendo os Logs
10 Mb
receiver_port
Numérico
Porta em que o Log Server irá receber/enviar as requisições para o Log Viewer.
Obs. Se não for configurado não envia informações dos Logs.
 

 Os valores "Padrão" se referem a versão corrente do Build igual ou superior a 7.00.131227A NG
 
A sessão [LogServerService] indica que o nome do serviço a ser instalado como Servidor de Logs (LogServer).

Parâmetros da Sessão 


Nome
Tipo
Descrição
Padrão
NAME
Caractere
Nome do serviço
 
DISPLAYNAME
Caractere
Nome de visualização do serviço
 
 
Exemplo
[LogServer]
port=4000
file=log_totvstec11
file_size=1048576
max_files=50
backup_dir=backup_log
map_file=1
sqlite=1
 
[LogServerService]
NAME=.PROTHEUS_12_4000_Log_Server
DISPLAYNAME=.PROTHEUS_12_4000_Log_Server
 
Para o uso do Log Server como serviço do sistema operacional Windows deve-se configurar a seção LogServerService e executar o comando appserver -logserver -install.
 Toda a informação técnica foi retirada do site TDN da TOTVS.
Boa Leitura!!

 

terça-feira, 18 de abril de 2017

JOB para Cancelamento de NFe e/ou NFSe (JOB FatJobNFe) - Linha Microsiga Protheus


Cancelamento de NFe e/ou NFSe

Este artigo foi retirado do site TDN da TOTVS, artigo bastante interessante, pois evita muitos problemas como a perda de prazo do cancelamento e retrabalho.

Esta implementação foi disponibilizada para o ambiente SIGAFAT com o objetivo de efetivar o cancelamento de Notas Fiscais (NFe - Modelo 55 ou NFSe ), através da autorização do cancelamento pela SEFAZ ou prefeitura, por empresa e filial.

Esta operação poderá ser realizada por execução de JOB, schedule, ou por refresh na tela da rotina de cancelamento de nota fiscal de saída.

Para viabilizar essa melhoria, é necessário que:
A data do objeto UpdFATNFE.PRX seja superior a 10/01/2014.
A data do objeto MATA521.PRX seja superior a 24/11/2014, caso deseje para o cancelamento de NFe ou que seja superior a 10/08/2015 para cancelamento de NFe e NFSe .

Requisitos:

1. TSS configurado;
2. Módulo Faturamento (SIGAFAT) configurado para utilização com TSS;
3. Executado o atualizador UpdFATNFE;
4. Parâmetro de sistema MV_CANCNFE igual a .T. para tratar o cancelamento de Nota Fiscal Eletrônica;
5. Parâmetro de sistema MV_CANNFSE igual a .T. para tratar o cancelamento de Nota Fiscal de Serviços Eletrônica
Atenção!

No caso da NFSe, verifique se a prefeitura dispõe de serviço de cancelamento. Caso contrario, indiferente do configurado no parametro de sistema MV_CANNFSE não irá existir a transmissão para o cancelamento.

Utilização via JOB
Configure o Job para a execução do processo de cancelamento (estorno dos documentos) que foram emitidos por NFe ou NFSe
Abra o arquivo INI do Server Protheus e adicione a seção [FatJobNFe_] conforme o exemplo abaixo:

[ONSTART]
JOBS=FatJobNFe_
[FatJobNFe_]
MAIN=FatJobNFe
ENVIRONMENT=
nParms=2
parm1=
parm2=
START_TIME=00:00:01
FINISH_TIME=23:59:59
INTERVAL=5
ACTIVATE=ON

Observações referentes às chaves:

ENVIRONMENT - Ambiente de trabalho ao qual o Job pertence.
nParms - Deve permanecer 2.
parm1 - Código da empresa.
parm2 - Código da filial.
START_TIME - Horário inicial que deve ser considerado para a execução.
FINISH_TIME - Horário final que deve ser considerado para a execução.
INTERVAL - Intervalo de minutos entre as execuções (deve ser maior ou igual a 5).
ACTIVATE - Indica se está ativo.

Quando for uma Nota Fiscal Eletrônica, o cancelamento será efetivado pelo JOB que deverá estar ativado caso a SEFAZ permita seu cancelamento. Caso o cancelamento não seja permitido, sua legenda será alterada para “Cancelamento não autorizado” e deverá ser verificado no Monitor (Nf-e SEFAZ).

Em uma Nota Fiscal Serviços Eletrônica, o cancelamento será efetivado pelo JOB que deverá estar ativado caso a prefeitura permita seu cancelamento. Caso o cancelamento não seja permitido, sua legenda será alterada para “Cancelamento não autorizado” e deverá ser verificado no Monitor (NFS-e).

Para visualização do novo status, após a execução do Job, é necessário sair e entrar na rotina novamente ou clicar em refresh. A sua alteração depende de fatores como a disponibilidade da SEFAZ ou do serviço da prefeitura, a permissão da exclusão, etc.

Utilização via Schedule

Deve-se configurar o schedule para a execução do processo de cancelamento (estorno dos documentos) que foram emitidos por NFe e NFSe:

1. No Configurador (SIGACFG), acesse Ambiente/ Schedule/ Schedule.
2. Dê um duplo clique em Agendamentos.
3. Clique em Cadastro.
4. Clique em Incluir.
5. Preencha os campos obrigatórios.
6. Preencha o campo Rotina (XX1_ROTINA) com FATJOBNFE().
7. Clique OK.
8. Clique em Confirmar.

Caso seja necessário executar o procedimento diversas vezes, configure por meio do botão Recorrência.

Atenção: O schedule somente será executado se houver um agente cadastrado para a mesma empresa e seu serviço estiver acionado.

Obs: O uso do schedule não é recomendado devido ao consumo de licença. Como é esperado que a operação com a Sefaz esteja sempre no ar, a utilização via JOB é a mais adequada.

Utilização via Refresh

Execução do processo de cancelamento (estorno dos documentos) que foram emitidos por NFe:

1. No Faturamento (SIGAFAT), acesse Miscelânea/Atualizações/Faturamento/Exclusão Doc. Saída (MATA521A) e configure os parâmetros da rotina.
2. Clique em Ações Relacionadas e em seguida em Refresh.

Espero ter ajudado um grande abraço.

domingo, 19 de março de 2017

Como fazer para consultar as licenças no C-tree Server


Geralmente ao se utilizar o sistema TOTVS Protheus, para um melhor gerenciamento dos dicionários de dados (SX´s) e uma melhor performance do sistema, se faz uso do C-Tree Server, o c-tree Server® é um servidor de banco de dados desenvolvido pela empresa Faircom. Para instalações com mais de 150 conexões simultâneas é necessário a aquisição da versão c-tree Server Enterprise que libera acesso acima desta quantidade e possui performance superior.

Muitas vezes precisamos gerenciar e consultar as licenças no C-tree Server e como fazer isto?

Procedimento
  1. Acesse o aplicativo CTADMN.EXE, se Windows, ou ctadmn, se Linux. 
  2. Informe o usuário e senha do c-tree Server. Por padrão, ADMIN/ADMIN. 
  3. Acesse a opção 6 - Server Configuration.
O sistema apresentará uma janela, informando o número de usuários que a licença de uso permite.

Exemplo:


quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Como Rastrear Requisições ao Armazém (Rotina MATA185)


Ao fazer a baixa de uma requisição ao armazém (MATA185) o sistema gera um registro na tabela SD3 (Movimentos Internos),alguns usuários e analistas me questionaram se é possível rastrear estas movimentações, ja que nesta tabela concentram-se todas as movimentações internas de estoque.
Fazendo um estudo da rotina, para que possa ser feita esta rastreabilidade temos que realizar o seguinte procedimento:

Criar os campos:

Campo: D3_NUMSA

Tipo: Caracter

Tamanho: 6

Decimal: 0

Formato: @!

Contexto: Real

Propriedade: Alterar

Titulo: Num. S.A.

Help: Numero da Solicitação ao Armazém

Usado

Browser

Módulos: Todos

------------------------------------------------------------

Campo: D3_ITEMSA

Tipo: Caracter

Tamanho: 2

Decimal: 0

Formato: @!

Contexto: Real

Propriedade: Alterar

Titulo: Item . S.A.

Help: Numero do Item da Solicitação ao Armazém

Usado

Browser

Módulos: Todos


No padrão estes campos não existem, sendo necessário criá-los para que a rotina armazene na tabela SD3 o número da S.A e o item.
Segue parte do fonte onde o sistema checa a existencia dos campos, caso exista, efetua a gravação dos dados.

If SD3->(FieldPos("D3_NUMSA"))>0
M->D3_NUMSA := SCP->CP_NUM
EndIf
If SD3->(FieldPos("D3_ITEMSA"))>0
M->D3_ITEMSA := SCP->CP_ITEM
EndIf

Depois de criado os campos basta montar uma consulta ou relatório conforme a necessidade para ter o rastreamento das movimentações de Requisição ao Armazém.


sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Compartilhamento dos Arquivos no Mod. Financeiro



Todos os arquivos da família SEx(Mod. Financeiro), devem ter o mesmo status de abertura, exceto o SED(Cadastro de Natureza Financeira), portando o SA6 poderá ser compartilhado e os demais exclusivos. As consequências de ter o SE5 compartilhado e o SE1 e SE2 exclusivos são imprevisíveis, por isso a Microsiga recomenda fortemente que estes arquivos tenham o mesmo status de abertura.
Uma das consequências é a duplicacão das baixas no SE5, pois poderão haver títulos repetidos mas de filiais diferentes e como a filial ficará em branco, caso seja compartilhado, não teremos como compor o valor correto das baixas desses títulos, mesmo tendo o campo MSFIL preenchido.